sexta-feira, 10 de abril de 2015
Sonhando comer Uvas orgânicas!
PARREIRAL na FÊNIX
Já estamos há 3 (três) meses em preparação, buscando o conhecimento e profissionais parceiros além de escolher uma das 2 (duas) áreas disponíveis e fazer análise da terra.
Neste tempo também iniciamos o curso de Agroecologia no IFSC-Instituto Federal de Santa Catarina, conseguimos mobilizar vizinho Sr. Valdir a contribuir com conserto de cerca que protege a mata, ao final da trilha do rio, na sequência da divisa com vizinho sr. Osni. Sr. Osni foi pro-ativo, revendendo no custo alguns palanques tratados e indicando o cavador de buracos, sr. Amândio, o qual arrumava as dele. Então, foi resolvido, o que há 2 (dois) anos incomodava: gado do sr. Chimilla a destruir a floresta.
Fato maravilhoso foi o nascimento do neto Gustavo Floriani Goss, eu ficando poucos dias na cidade onde mora e recebendo-o por visitas prazerosas aqui na chácara Fênix juntamente com seus pais. Abri a possibilidade do genro Ricardo assar uma carne, confiando no velho ditado "o fim justifica os meios", já que o ganho foi o entrosamento das famílias num convívio mais esreito e harmonioso. Na verdade, se realmente o interesse maior fosse a amizade, qualquer pessoa sujeitaria-se a um regime lacto-ovíparo-vegetariano. Eu também assumo parte da responsabilidade, por não fazer pratos veganos criativos e vistosos, além de estar cansada.
Levei aquele tombo, que exigiu 3 (três) semanas de repouso e outros tempos para realizar consultas e exames, faltando ainda buscá-los e retornar ao otorrinolaringologista.
Vários atores já auxiliaram no projeto Parreiral na Fênix: agrônomos Paulo Macedo de Oliveira, irmão de minha nora, e funcionário da Secretaria de Agricultura. Agrônomo Humberto da EPAGRI. Ambos orientaram na colheita de amostras da terra e estiveram aqui, avaliando a Lomba Oeste medindo e planejando o plantio além do quebra-ventos nos lados oeste, leste e Norte, este último próximo à porteira, na cerca da frente da propriedade.
A análise da terra foi feita pela agrônoma Ana Elisa Velho, do Laboratório Brasil Sul de Análises-Labrasul (www.labrasul.com). Já estamos com a receita para correção do solo (calcário dolomítico, fosfato natural e esterco de ovinos) com as doses e prazos de aplicação recomendados. Agrônomas Ana Sembramel e Maria Sueli Eberle Mafra entram com as orientações dos sistemas de condução, avaliações de custos de implantação do pomar, maiores facilidades de manejo, variedades adequadas e de meu gosto, além dos fornecedores das mudas, as quais devem ser encomendadas até maio e plantadas em julho.
Buscamos esterco de ovinos na EPAGRI com agrônomo Cláudio (adubou a cebolinha-verde!) e pela conversa aprendi algo sobre como criar e manejar ovelhas, cultivar as pastagens, além de adentrar num aprisco de mais de 80 anos, construído com a madeira nobre de pinheiro araucária. Ajudei-o a puxar as fezes dos animais, com pesados rodos de madeira e depositar num tanque de concreto para o João, filho do vizinho João Fernandes carregar na saveiro e descarregar aqui ao relento, numa depressão no solo da Lomba Oeste. Neste setor da EPAGRI, fizeram melhoramento genético nas raças Francesa (só tem pelego no lombo!) e Lancôme, ambas com aptidão leiteira. Ótima opção de renda e o Guilherme já sugerira ter uns animais dóceis destes na Lomba Leste, onde até os capins emátria já estão plantados! Espetacular a metodologia usada: a sabedoria das avós são valorizadas sendo elas professoras dos filhotes. Veja a foto, respeitam a cerca-elétrica e aprendem o que precisam para bem-estar e segurança!
Ganhamos 16 ciprestes do agrônomo Constâncio, na EPAGRI, que estava em seu último dia de trabalho antes de aposentar-se
e comprei outros, além de sobra de 4 mudas ganhas de Álvaro e Sueli. Estes doaram algumas mudas de frutíferas já plantadas e há as pitangas e cerejas aguardando desde o inverno de 2014. Agora disponho das jovens pioneiras araucárias que semei aqui, podendo dar suporte de meia-sombra a elas.
As áreas degradadas estão em plena recuperação, já com quase totalidade de cobertura verde, o que muito me alegra. Além dos quebra-ventos há o Caminho da Chegada, queimado pelo vizinho sr. Edson, que chamuscou as hortênsias e álamos que eu não cortara durante as roçadas e que o gado solto da vizinhaça não devorara.
Hoje Sr. Amandio inicia a escavação dos berços para as mudas, pois covas são para os mortos! E por falar nisso, uma cobra coral foi encontrada na horta, aquecendo-se sobre as palhas e debaixo da lona preta, que eu estendera para preparar um novo canteiro.
Será no sistema LATADA, numa área de 9m X 14m, com 24 mudas: Isabel, Bordô e Niágara Rosa e Branca, agradando filhos e netos, com saborosos frutos e suco delicioso!
Já estamos há 3 (três) meses em preparação, buscando o conhecimento e profissionais parceiros além de escolher uma das 2 (duas) áreas disponíveis e fazer análise da terra.
Neste tempo também iniciamos o curso de Agroecologia no IFSC-Instituto Federal de Santa Catarina, conseguimos mobilizar vizinho Sr. Valdir a contribuir com conserto de cerca que protege a mata, ao final da trilha do rio, na sequência da divisa com vizinho sr. Osni. Sr. Osni foi pro-ativo, revendendo no custo alguns palanques tratados e indicando o cavador de buracos, sr. Amândio, o qual arrumava as dele. Então, foi resolvido, o que há 2 (dois) anos incomodava: gado do sr. Chimilla a destruir a floresta.
Fato maravilhoso foi o nascimento do neto Gustavo Floriani Goss, eu ficando poucos dias na cidade onde mora e recebendo-o por visitas prazerosas aqui na chácara Fênix juntamente com seus pais. Abri a possibilidade do genro Ricardo assar uma carne, confiando no velho ditado "o fim justifica os meios", já que o ganho foi o entrosamento das famílias num convívio mais esreito e harmonioso. Na verdade, se realmente o interesse maior fosse a amizade, qualquer pessoa sujeitaria-se a um regime lacto-ovíparo-vegetariano. Eu também assumo parte da responsabilidade, por não fazer pratos veganos criativos e vistosos, além de estar cansada.
Levei aquele tombo, que exigiu 3 (três) semanas de repouso e outros tempos para realizar consultas e exames, faltando ainda buscá-los e retornar ao otorrinolaringologista.
Vários atores já auxiliaram no projeto Parreiral na Fênix: agrônomos Paulo Macedo de Oliveira, irmão de minha nora, e funcionário da Secretaria de Agricultura. Agrônomo Humberto da EPAGRI. Ambos orientaram na colheita de amostras da terra e estiveram aqui, avaliando a Lomba Oeste medindo e planejando o plantio além do quebra-ventos nos lados oeste, leste e Norte, este último próximo à porteira, na cerca da frente da propriedade.
A análise da terra foi feita pela agrônoma Ana Elisa Velho, do Laboratório Brasil Sul de Análises-Labrasul (www.labrasul.com). Já estamos com a receita para correção do solo (calcário dolomítico, fosfato natural e esterco de ovinos) com as doses e prazos de aplicação recomendados. Agrônomas Ana Sembramel e Maria Sueli Eberle Mafra entram com as orientações dos sistemas de condução, avaliações de custos de implantação do pomar, maiores facilidades de manejo, variedades adequadas e de meu gosto, além dos fornecedores das mudas, as quais devem ser encomendadas até maio e plantadas em julho.
Buscamos esterco de ovinos na EPAGRI com agrônomo Cláudio (adubou a cebolinha-verde!) e pela conversa aprendi algo sobre como criar e manejar ovelhas, cultivar as pastagens, além de adentrar num aprisco de mais de 80 anos, construído com a madeira nobre de pinheiro araucária. Ajudei-o a puxar as fezes dos animais, com pesados rodos de madeira e depositar num tanque de concreto para o João, filho do vizinho João Fernandes carregar na saveiro e descarregar aqui ao relento, numa depressão no solo da Lomba Oeste. Neste setor da EPAGRI, fizeram melhoramento genético nas raças Francesa (só tem pelego no lombo!) e Lancôme, ambas com aptidão leiteira. Ótima opção de renda e o Guilherme já sugerira ter uns animais dóceis destes na Lomba Leste, onde até os capins emátria já estão plantados! Espetacular a metodologia usada: a sabedoria das avós são valorizadas sendo elas professoras dos filhotes. Veja a foto, respeitam a cerca-elétrica e aprendem o que precisam para bem-estar e segurança!
Ganhamos 16 ciprestes do agrônomo Constâncio, na EPAGRI, que estava em seu último dia de trabalho antes de aposentar-se

e comprei outros, além de sobra de 4 mudas ganhas de Álvaro e Sueli. Estes doaram algumas mudas de frutíferas já plantadas e há as pitangas e cerejas aguardando desde o inverno de 2014. Agora disponho das jovens pioneiras araucárias que semei aqui, podendo dar suporte de meia-sombra a elas.
As áreas degradadas estão em plena recuperação, já com quase totalidade de cobertura verde, o que muito me alegra. Além dos quebra-ventos há o Caminho da Chegada, queimado pelo vizinho sr. Edson, que chamuscou as hortênsias e álamos que eu não cortara durante as roçadas e que o gado solto da vizinhaça não devorara.
Hoje Sr. Amandio inicia a escavação dos berços para as mudas, pois covas são para os mortos! E por falar nisso, uma cobra coral foi encontrada na horta, aquecendo-se sobre as palhas e debaixo da lona preta, que eu estendera para preparar um novo canteiro.
Será no sistema LATADA, numa área de 9m X 14m, com 24 mudas: Isabel, Bordô e Niágara Rosa e Branca, agradando filhos e netos, com saborosos frutos e suco delicioso!
Desejo a todos meus irmãos humanos que vivam um dia de cada vez, curtindo e experenciando as vivências com presença e inteireza! Paz além de todo o entendimento!
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Cuidar do corpo!
Quedas e Ferimentos
Você tem tanto cuidado como eu para não ferir-se? Não chego ao ponto de paralisar, de evitar agir, impedida pelo medo. Isto também em certo grau ocorreu comigo já que, nesta vida não pratiquei esportes radicais, preferindo caminhadas, yoga, natação.
Lembro-me na infância de subir muito agilmente por escadas e andaimes até o telhado para lavar a caixa d’água e em árvores para colher frutas. Isto preparou meu corpo com habilidades para o trabalho na vida adulta. E os pequenos ferimentos vão nos tornando fortes diante de sofrimentos maiores! A queda do alto da figueira, aos meus 10 anos, com a axila num tronco lascado na base da árvore, rendeu-me cicatriz visível até os dias de hoje, pois nada revelando à tia, por medo de apanhar, o profundo corte cicatrizou sem pontos, demoradamente e foi esgaçado muitas vezes no processo de cura.
Cuido para não cortar-me com facas mas, isto ocorreu há pouco tempo, picando galho como adubação verde para o solo com um facão mal afiado... É incrível que os mal afiados sejam tão perigosos como os de bons fios, além de desperdiçar nossa energia física e tempo. Já cortei-me com folha de papel. E como dói um pequeno ferimento em áreas de impressão digital.
Aqui na Fênix há que cuidar-se com formigas carnívoras, vespas, aranhas e cobras, além do uso das ferramentas e materiais como arame farpado e venenos (raros), posições de trabalho, pesos proporcionais às forças físicas, fogo, eletricidade. Parece que os animais querem viver bem próximos da casa da gente e mesmo na mesma casa. Com a proximidade da floresta, nós é podemos ser os invasores do habitat de muitos animais. As relações de respeito, tolerância precisam ser estabelecidas garantindo sobrevivência de todos e convívio harmonioso.
Maria Clara Pessotti, adepta da Seicho-No-Iê, ao comentar sobre vespeiros e formigueiros sempre em construção por aqui, dita um Decreto:
“Seres Vivos, cada qual em seu lugar, não se lesam mutuamente. Este é o Caminho de Deus.” Diz ela, que os animais mudam de local de residência.
Nossos descuidos ou desatenção, podem levar a sofrimentos leves e graves.
Então, na última sexta-feira acabei caindo, não sei se por ter aumentado o grau da lente do olho esquerdo e estar usando outras lentes mais baratas que as habituais de marca Varilux,, ou por estar com visão periférica diminuída. Subi numa mesa forte com 0,80 cm de altura e dela em uma escada de alumínio de 1 metro para lavar as janelas do Céu, como chamo as 12 e altas janelas do salão da Fênix e na 6ª, ao descer da mesa, não cheguei à cadeira de apoio. Devo ter pisado no ar, batendo fortemente a nuca no piso molhado e escorregadio, além de machucar a coluna cervical, uma costela e outras partes do corpo. Senti de imediato ardência na nuca e expansão do couro cabeludo, o famoso “galo”. Alguém sabe por que? Virei-me de bruços e tentei levantar-me. Gritei para a surda cunhada que estava próximo pedindo-lhe pra chamar os meninos que colocavam calhas nos telhados da varanda. Ergueram-me e conduziram-me ao banco externo, trazendo gelo num plástico e meu celular para procurar um vizinho. Senti diminuir as forças e o equilíbrio nas pernas além de tonturas. Rx, tomografia, dias de dor e repouso e gratidão por danos maiores não acontecerem!
É que a gente esquece de agradecer às coisas ruins que deixaram de acontecer, não é? Estive expressando minha gratidão ao vizinho, cunhada, meninos e amigos que me acolheram nos dias de observação. E a toda uma estrutura hospitalar e farmacêutica que nos socorre e alivia.
E ao meu Antaryami (Anjo Guardião). Sei que Ele protege e guarda o que EU SOU e as experiências que tenho aproximam-me ainda mais de Mim Mesma!
Cá estou eu com Tintura de Arnica, mais em oração e repouso, enquanto aguardo meu cérebro equilibrar-se em seu meio flutuando. As tonturas tem impedido meu retorno às atividades da Fênix.
Acidentes podem e devem ser prevenidos e evitados mas tantas vezes, tentara, inutilmente, impedir que filhos pequenos caíssem, bem à minha frente. Sofrimentos psicológicos causados aos outros e/ou a si mesmos, também podem acontecer quando não percebemos o jogo da mente e nos deixamos dominar pelo ego. Para evita-los devemos estar alertas, presentes e usar a inteligência emocional, ou seja, o coração.
Estou aprendendo a ter atenção no que faço, no que ouço, no que vejo, e, principalmente no que penso e sinto. Estou me tornando sensível e, assim sendo, saberei o melhor a fazer na situação.
“Mas, se você está determinado a machucar, então a ação insensível ocorre!” Ouça em:
https://www.youtube.com/watch?v=1c5GFoeW3o4 Jiddu krishnamurti – O que Devo Fazer neste Mundo
Você tem tanto cuidado como eu para não ferir-se? Não chego ao ponto de paralisar, de evitar agir, impedida pelo medo. Isto também em certo grau ocorreu comigo já que, nesta vida não pratiquei esportes radicais, preferindo caminhadas, yoga, natação.
Lembro-me na infância de subir muito agilmente por escadas e andaimes até o telhado para lavar a caixa d’água e em árvores para colher frutas. Isto preparou meu corpo com habilidades para o trabalho na vida adulta. E os pequenos ferimentos vão nos tornando fortes diante de sofrimentos maiores! A queda do alto da figueira, aos meus 10 anos, com a axila num tronco lascado na base da árvore, rendeu-me cicatriz visível até os dias de hoje, pois nada revelando à tia, por medo de apanhar, o profundo corte cicatrizou sem pontos, demoradamente e foi esgaçado muitas vezes no processo de cura.
Cuido para não cortar-me com facas mas, isto ocorreu há pouco tempo, picando galho como adubação verde para o solo com um facão mal afiado... É incrível que os mal afiados sejam tão perigosos como os de bons fios, além de desperdiçar nossa energia física e tempo. Já cortei-me com folha de papel. E como dói um pequeno ferimento em áreas de impressão digital.
Aqui na Fênix há que cuidar-se com formigas carnívoras, vespas, aranhas e cobras, além do uso das ferramentas e materiais como arame farpado e venenos (raros), posições de trabalho, pesos proporcionais às forças físicas, fogo, eletricidade. Parece que os animais querem viver bem próximos da casa da gente e mesmo na mesma casa. Com a proximidade da floresta, nós é podemos ser os invasores do habitat de muitos animais. As relações de respeito, tolerância precisam ser estabelecidas garantindo sobrevivência de todos e convívio harmonioso.
Maria Clara Pessotti, adepta da Seicho-No-Iê, ao comentar sobre vespeiros e formigueiros sempre em construção por aqui, dita um Decreto:
“Seres Vivos, cada qual em seu lugar, não se lesam mutuamente. Este é o Caminho de Deus.” Diz ela, que os animais mudam de local de residência.
Nossos descuidos ou desatenção, podem levar a sofrimentos leves e graves.
Então, na última sexta-feira acabei caindo, não sei se por ter aumentado o grau da lente do olho esquerdo e estar usando outras lentes mais baratas que as habituais de marca Varilux,, ou por estar com visão periférica diminuída. Subi numa mesa forte com 0,80 cm de altura e dela em uma escada de alumínio de 1 metro para lavar as janelas do Céu, como chamo as 12 e altas janelas do salão da Fênix e na 6ª, ao descer da mesa, não cheguei à cadeira de apoio. Devo ter pisado no ar, batendo fortemente a nuca no piso molhado e escorregadio, além de machucar a coluna cervical, uma costela e outras partes do corpo. Senti de imediato ardência na nuca e expansão do couro cabeludo, o famoso “galo”. Alguém sabe por que? Virei-me de bruços e tentei levantar-me. Gritei para a surda cunhada que estava próximo pedindo-lhe pra chamar os meninos que colocavam calhas nos telhados da varanda. Ergueram-me e conduziram-me ao banco externo, trazendo gelo num plástico e meu celular para procurar um vizinho. Senti diminuir as forças e o equilíbrio nas pernas além de tonturas. Rx, tomografia, dias de dor e repouso e gratidão por danos maiores não acontecerem!
É que a gente esquece de agradecer às coisas ruins que deixaram de acontecer, não é? Estive expressando minha gratidão ao vizinho, cunhada, meninos e amigos que me acolheram nos dias de observação. E a toda uma estrutura hospitalar e farmacêutica que nos socorre e alivia.
E ao meu Antaryami (Anjo Guardião). Sei que Ele protege e guarda o que EU SOU e as experiências que tenho aproximam-me ainda mais de Mim Mesma!
Cá estou eu com Tintura de Arnica, mais em oração e repouso, enquanto aguardo meu cérebro equilibrar-se em seu meio flutuando. As tonturas tem impedido meu retorno às atividades da Fênix.
Acidentes podem e devem ser prevenidos e evitados mas tantas vezes, tentara, inutilmente, impedir que filhos pequenos caíssem, bem à minha frente. Sofrimentos psicológicos causados aos outros e/ou a si mesmos, também podem acontecer quando não percebemos o jogo da mente e nos deixamos dominar pelo ego. Para evita-los devemos estar alertas, presentes e usar a inteligência emocional, ou seja, o coração.
Estou aprendendo a ter atenção no que faço, no que ouço, no que vejo, e, principalmente no que penso e sinto. Estou me tornando sensível e, assim sendo, saberei o melhor a fazer na situação.
“Mas, se você está determinado a machucar, então a ação insensível ocorre!” Ouça em:
https://www.youtube.com/watch?v=1c5GFoeW3o4 Jiddu krishnamurti – O que Devo Fazer neste Mundo
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Aquela que chegará atrasada ao próprio enterrro!
Casa de Pedra, Painel (SC) - 2009
? Quién Soy?
(de
Angelita Bianculli Rodriguez)
" ? - Soy yo esta tristeza que siento?
? - Soy la alegria del éxito pasagero?
? - Soy la ternura o el enojo?
O todo esto es la circunstancia por la que atravieso...
? - el traje con que me visto?
Yo soy la savia del parral;
Yo soy el fruto y la sombra...
Porque sé que hay un punto
en mi interior que es
Luz
y en este Lugar reina
el Espíritu.
Debo ver la tibieza
y el resplandor escondido
porque yo soy el Templo
el lugar sagrado
la casa de Dios en la Tierra.
Sólo debo ir a su encuentro
abrir las puertas,
y dejarlo salir...
Yo soy la Paz
Yo soy el Amor
Yo soy la Luz..."
O tema de nossa real identidade é transversal com minha crença de Vida imortal na Unicidade com todos os Seres e, por junho de 2014, quando morreu o cão Rayto,
fui desafiada a transcender apegos e expressar gratidão por sua lealdade, seguindo seu exemplo de viver com inteireza o tempo presente.
fui desafiada a transcender apegos e expressar gratidão por sua lealdade, seguindo seu exemplo de viver com inteireza o tempo presente.
Em setembro, adotei o gato Spok que seria abandonado e
iniciamos uma relação honesta, um pouco tumultuada no início e, atualmente muito
tranquila e prazerosa.
( Adoentado, fazia esforço para carregar enorme barriga!)
(Chegou bem pulguento e, assustado com o som do secador após o banho, unhou-me!)
Em 4 de novembro, um
pequenino cão foi resgatado das ruas pela filha e neto e fui dona temporária por
60 dias, treinando o Amor Incondicional. O chamamos de Tom Rayto Junior. Doado bem desenvolvido, saudável, mais confiante nas pessoas, menos medroso, desverminado e castrado.
Eu e os animais citados sabemos que estivemos abrigando sentimento bom, verdadeiro e desinteressado.
Minha grande aprendizagem na Fênix tem sido a do uso do tempo. E para tal, auto conhecimento é indispensável. Planejar (não sendo impulsiva), seguir com constância e o passo-a-passo. Estou aprendendo a usar o tempo com mais foco, determinação, elegendo prioridades e com disciplina mas principalmente a viver sem ansiedade, um dia de cada vez, experenciando a atividade do momento. Sigo um dos ensinamento básicos trazidos da Oneness University: "ficar com o que é" (Bhagavan), independente do conteúdo; e a partir das condições disponíveis, partir para as ações adequadas com praticidade e apoiada pelo Eu Superior. Guilherme dos Santos Floriani e Eloíta Pereira Neves, orientadores, apoiadores e colaboradores em minha evolução e implantação da funcionalidade da Fênix tem sido de valor inestimável, e seu modus vivendi, meu Luzeiro e força!
Num curso de crônicas do SESC fomos instigados a
definirmo-nos com uma metáfora. Apesar das atualmente esporádicas confusões com minhas personalidades, em essência Sou o que Sou. No entanto, estou ainda: "Aquela que chegará atrasada ao próprio enterro."
sábado, 17 de janeiro de 2015
OM SRI MATRE NAMAHÁ
Nasceu Gustavo, meu terceiro neto, dia 09 último. Como não olhar pra dentro de mim, e curar um pouco mais ainda a ferida profunda de filha órfã que fui? Sim, vendo o pequeno menino, perfeito, saudável e lindamente acabado sendo amado imensamente pela mãe, minha filha Juliana, e pelo pai ricardo, meu genro, um sentimento de gratidão foi reavivado em mim. Posso assim, reeditar meus relacionamentos com meu pai, mãe e com os tios e avós que me criaram. Sei que fizeram o melhor que quiseram e puderam, mas imagino que meu potencial de amar poderia ter sido melhor desenvolvido caso tivesse uma infância alegre e tranquila, confiando nos seres humanos e no mundo. Posso reconhecer os erros não intencionais que cometi ao criar meus próprios filhos, por não ter aprendido a ser filha. Criança aprende tudo vivencialmente. Assim, aprendemos amar sendo amados, quando crianças. Porque Amor não é algo teórico. Tem que senti-lo ao experenciar o cuidado e a atenção. E em sua vida, o adulto crescido no Amor, terá prosperidade porque se sentirá merecedor, com autoestima desenvolvida positivamente. Uma vez li sobre a importância do aleitamento materno. Inegáveis seus efeitos benéficos no desenvolvimento físico e psicológico. Está cientificamente comprovado que a falta dele pode levar a viver procurando longe de si um objeto para amar e permanecer na inconsciente nesta busca frenética. Chego à conclusão que o encontro amoroso do olhar de mãe e bebê durante a amamentação desencadeia o processo do Despertar!
E, sincronicamente nesta época, Narayani, uma linda Meditadora da Oneness University no Brasil nos propõe a fazer o PREM - Programa de Encorajamento e Recuperação da Mamãe. Na busca de orientação sobre a shadana com o Guia da Oneness para América Latina, Vikramji respondeu que façamos durante 49 dias 49 Moola Mantra e recitar 49 vezes OM SRI MATRE NAMAHÁ. Finalizar com a prostração reverenciando a MÃE DIVINA, mãe de todas as mães.
Também ocorre outro fato que mexe muito comigo neste tempo de tanto crescimento: a tia que criou a mim e a 3 (três) dos meus 4 (quatro) irmãos está num residencial geriátrico no litoral do Estado e eu, sem coragem de trazê-la para morar comigo.
Então, a religiosidade não se encaixa no meu cotidiano? Estarei sendo ingrata? Que exemplo dou a meus filhos e netos? E pasmem que realmente sinto medo do carma futuro!
Vejo as imagens do trabalho que meu filho Guilherme executou nos 3 (três) dias de suas férias aqui na Fênix. Só motivado por Amor Incondicional. Com muita grandeza de caráter e esforço. Está na Unidade com a Mãe Terra e obedece às leis da Natureza. Desdobrou-se nas orientações, roçadas, adubação de mudas de frutíferas, instalação de iluminação na garagem e do bebedouro do cães, fechamento de vãos sob as cercas, com pedras enormes e no manejo florestal na orla da mata dentro do pátio. Ainda fotografou com sensibilidade belezas da floresta durante caminhada com as pequenas Isabela e priminha Ana Carolina. Cultivou fogo no fogão-a-lenha no amanhecer fresquinho, bebendo um chimarrão. Ventos fortes, na semana anterior haviam lascado a bracatinga próxima da Casa Fogo e uma outra árvore envelhecera (https://sites.google.com/site/florasbs/clethraceae/carne-de-vaca). Senti muito, mas as causas foram fatos da vida e fenômenos climáticos, acidentes inevitáveis. Assim, virarão palanques, combustível para cozinhar e aquecer-nos nos dias frios do próximo inverno, além de rústico banco para a varanda.
OM SRI MATRE NAMAHÁ
Nasceu Gustavo, meu terceiro neto, dia 09 último. Como não olhar pra dentro de mim, e curar um pouco mais ainda a ferida profunda de filha órfã que fui? Sim, vendo o pequeno menino, perfeito, saudável e lindamente acabado sendo amado imensamente pela mãe, minha filha Juliana, e pelo pai ricardo, meu genro, um sentimento de gratidão foi reavivado em mim. Posso assim, reeditar meus relacionamentos com meu pai, mãe e com os tios e avós que me criaram. Sei que fizeram o melhor que quiseram e puderam, mas imagino que meu potencial de amar poderia ter sido melhor desenvolvido caso tivesse uma infância alegre e tranquila, confiando nos seres humanos e no mundo. Posso reconhecer os erros não intencionais que cometi ao criar meus próprios filhos, por não ter aprendido a ser filha. Criança aprende tudo vivencialmente. Assim, aprendemos amar sendo amados, quando crianças. Porque Amor não é algo teórico. Tem que senti-lo ao experenciar o cuidado e a atenção. E em sua vida, o adulto crescido no Amor, terá prosperidade porque se sentirá merecedor, com autoestima desenvolvida positivamente. Uma vez li sobre a importância do aleitamento materno. Inegáveis seus efeitos benéficos no desenvolvimento físico e psicológico. Está cientificamente comprovado que a falta dele pode levar a viver procurando longe de si um objeto para amar e permanecer na inconsciente nesta busca frenética. Chego à conclusão que o encontro amoroso do olhar de mãe e bebê durante a amamentação desencadeia o processo do Despertar!
E, sincronicamente nesta época, Narayani, uma linda Meditadora da Oneness University no Brasil nos propõe a fazer o PREM - Programa de Encorajamento e Recuperação da Mamãe. Na busca de orientação sobre a shadana com o Guia da Oneness para América Latina, Vikramji respondeu que façamos durante 49 dias 49 Moola Mantra e recitar 49 vezes OM SRI MATRE NAMAHÁ. Finalizar com a prostração reverenciando a MÃE DIVINA, mãe de todas as mães.
Também ocorre outro fato que mexe muito comigo neste tempo de tanto crescimento: a tia que criou a mim e a 3 (três) dos meus 4 (quatro) irmãos está num residencial geriátrico no litoral do Estado e eu, sem coragem de trazê-la para morar comigo.
Então, a religiosidade não se encaixa no meu cotidiano? Estarei sendo ingrata? Que exemplo dou a meus filhos e netos? E pasmem que realmente sinto medo do carma futuro!
Vejo as imagens do trabalho que meu filho Guilherme executou nos 3 (três) dias de suas férias aqui na Fênix. Só motivado por Amor Incondicional. Com muita grandeza de caráter e esforço. Está na Unidade com a Mãe Terra e obedece às leis da Natureza. Desdobrou-se nas orientações, roçadas, adubação de mudas de frutíferas, instalação de iluminação na garagem e do bebedouro do cães, fechamento de vãos sob as cercas, com pedras enormes e no manejo florestal na orla da mata dentro do pátio. Ainda fotografou com sensibilidade belezas da floresta durante caminhada com as pequenas Isabela e priminha Ana Carolina. Cultivou fogo no fogão-a-lenha no amanhecer fresquinho, bebendo um chimarrão. Ventos fortes, na semana anterior haviam lascado a bracatinga próxima da Casa Fogo e uma outra árvore envelhecera (https://sites.google.com/site/florasbs/clethraceae/carne-de-vaca). Senti muito, mas as causas foram fatos da vida e fenômenos climáticos, acidentes inevitáveis. Assim, virarão palanques, combustível para cozinhar e aquecer-nos nos dias frios do próximo inverno, além de rústico banco para a varanda.
Esta bracatinga perfumava de "mel" todo o pátio durante a florada na primavera. A poucos metros dali, de semeadura realizada em fevereiro de 2014 nasceram umas 23 bracatingas, auxiliando na restauração de área degradada. É a garantia da continuidade da vida, mães gestando e cuidando de novos filhos.
OM SRI MATRE NAMAHÁ
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Achando o fio da meada entre sapos!
Tenho um mentor encarnado, verdadeiro Mestre. Numa de suas visitas Ele falou-me assim: - " Valorize as contribuições das pessoas. É muito desalentador a pessoa ver que seu trabalho não foi aproveitado, que você deixou-o perder-se ou estragar-se." Ele criou este blog para mim. E, por mais desculpas que eu possa dar, mentiria interiormente se não admitisse que não priorizei este espaço. E, pasmem ao saber que tenho vários textos escritos e muitos registros fotográficos que acumulei sem postar.
Difícil não é recomeçar mas, minimizar os truncamentos na sequência dos intensos acontecimentos ocorridos neste longo tempo em que não escrevi aqui. Gentilmente, peço-lhes que considerem um renascimento ou ressurreição.
2014 foi ano desafiador e rico, muito rico. Aprendi tanto, até mesmo coisas que não desejaria aprender, como não confiar em suposto amigo. Treinei um pouco mais o desapego com a passagem do cão Rayto e na recente doação do Tom - filhote canino resgatado das ruas.
Aprendi a viver um dia de cada vez. Tenho hoje a ansiedade quase sob controle. Ajo menos impulsivamente. Antes ficava na chorumela, com a mente a mil, martirizando-me com tantas coisas a consertar aqui, não visualizava solução, sofria muito, não curtia a vida, nem descansar conseguia sem sentir culpa, adiando mil coisas pequenas, cansando muito e com produtividade baixa. Trabalho bastante, sinto fluidez, prazer e paz no que faço. E os resultados aparecem. É que fui pro Céu! Vejam a escadaria.
A mudança interior teve um impulso quando, em novembro de 2013, fiz o "Despertar na Unidade" e fui iniciada como doadora da Deeksha, Benção da Unidade, pela trainer da Oneness University, Eloíta Neves.Quando acreditei-me merecedora recebi especial presente do Universo: viajei para a Índia, sonho acalentado por 25 anos. E lá, "Despertei". Posso dizer que em 28 dias na Oneness University morri e renasci várias vezes nos 100 anos atemporais que lá vivi. Esta minha experiência contarei numa postagem especial, em breve. Sobre isto, apenas posto fotos do Templo, dos Avatares AmmaBhagavan e do Altar que mantenho na Sede da Fênix - a Casa Éter (princípio de toda criação). Sigo doando a Deeksha. E ficando "Com O Que É"!
Sim, agora as dependências externas - todas precisando de financiamento para reparos - representam os 5 Elementos: Casa Fogo (cozinha externa); Casa Água (casa com piscina); Casa Terra (a do ex-caseiro, do ex-proprietário, será ampliada com hiper adobe e teto vivo); Casa Ar (ponto mais alto da chácara, na lomba oeste, outrora igrejinha, antes mais, sala para cromoterapia. Virá a ser um mirante?!´As árvores floríferas e trutíferas estão sendo plantadas. para observar de perto e do alto, os tucanos e papagaios, jacús e sirienas...)
A Casa Éter - a Sede - agora está sendo preparada para workshopps, cujas dependências internas estarão recebendo nomes inspirados na cultura Xamânica, através das ilustrações do livro "Os Aliados de Poder" de Suryavan Solar, A arte de desenhar "a olho"e colorir os animais escolhidos nas etiquetas e sua qualidade primordial é um trabalho conjunto com meu neto Bê.
E, qual o propósito dos sapos? Acontece que ontem minha amiga Sulamita levou daqui para sua horta, na cidade, um amigo rajado ou seria uma sapa? Diz Maria Clara - outra amiga - que o sapo é de cor única, seja escuro ou esverdeado! O medo já diminuiu, Parei de sentir-me uma sapa, parada, medrosa, meio solitária, andando na vida pelas beiradas, e vivo agora com inteireza. Todo o negativo nele é projeção minha, você sabe! Claro que sei todos os benefícios que os sapos fazem ao meio ambiente. Podemos encontrar justificativa nos traumas infantis causados pelas brincadeiras dos manos ou o medo que um deles sentia diante das agressões da avó - doente mental - que o deixava paralisado, quando ela o chamava de "sapo"! Então, nesta encarnação, tenho feito enormes esforços para conviver em harmonia com rãs e sapos! Lembrei-me agora que não destinei nenhum aposento da Fênix a eles!
Tampouco consegui acariciá-lo como faz minha amiga Maria Sueli Mafra, nem sequer pegá-lo nas mãos como faz a pequena neta Isabela. Gratidão também ao Grupo de Apoio Mensageiros da Luz, em seu serviço de caridade socorrendo todos os seres que sofreram, praticaram ou foram usados em trabalhos de magia negra!
Talvez os sapos queiram dizer-me que está na hora de fazer algo diferente pelos meus relacionamentos, trabalho e vida!
Em união AIPANA SAITU! UATUMA SAIBIRANA!
Tenho um mentor encarnado, verdadeiro Mestre. Numa de suas visitas Ele falou-me assim: - " Valorize as contribuições das pessoas. É muito desalentador a pessoa ver que seu trabalho não foi aproveitado, que você deixou-o perder-se ou estragar-se." Ele criou este blog para mim. E, por mais desculpas que eu possa dar, mentiria interiormente se não admitisse que não priorizei este espaço. E, pasmem ao saber que tenho vários textos escritos e muitos registros fotográficos que acumulei sem postar.
Difícil não é recomeçar mas, minimizar os truncamentos na sequência dos intensos acontecimentos ocorridos neste longo tempo em que não escrevi aqui. Gentilmente, peço-lhes que considerem um renascimento ou ressurreição.
2014 foi ano desafiador e rico, muito rico. Aprendi tanto, até mesmo coisas que não desejaria aprender, como não confiar em suposto amigo. Treinei um pouco mais o desapego com a passagem do cão Rayto e na recente doação do Tom - filhote canino resgatado das ruas.
Aprendi a viver um dia de cada vez. Tenho hoje a ansiedade quase sob controle. Ajo menos impulsivamente. Antes ficava na chorumela, com a mente a mil, martirizando-me com tantas coisas a consertar aqui, não visualizava solução, sofria muito, não curtia a vida, nem descansar conseguia sem sentir culpa, adiando mil coisas pequenas, cansando muito e com produtividade baixa. Trabalho bastante, sinto fluidez, prazer e paz no que faço. E os resultados aparecem. É que fui pro Céu! Vejam a escadaria.
A mudança interior teve um impulso quando, em novembro de 2013, fiz o "Despertar na Unidade" e fui iniciada como doadora da Deeksha, Benção da Unidade, pela trainer da Oneness University, Eloíta Neves.Quando acreditei-me merecedora recebi especial presente do Universo: viajei para a Índia, sonho acalentado por 25 anos. E lá, "Despertei". Posso dizer que em 28 dias na Oneness University morri e renasci várias vezes nos 100 anos atemporais que lá vivi. Esta minha experiência contarei numa postagem especial, em breve. Sobre isto, apenas posto fotos do Templo, dos Avatares AmmaBhagavan e do Altar que mantenho na Sede da Fênix - a Casa Éter (princípio de toda criação). Sigo doando a Deeksha. E ficando "Com O Que É"!
Sim, agora as dependências externas - todas precisando de financiamento para reparos - representam os 5 Elementos: Casa Fogo (cozinha externa); Casa Água (casa com piscina); Casa Terra (a do ex-caseiro, do ex-proprietário, será ampliada com hiper adobe e teto vivo); Casa Ar (ponto mais alto da chácara, na lomba oeste, outrora igrejinha, antes mais, sala para cromoterapia. Virá a ser um mirante?!´As árvores floríferas e trutíferas estão sendo plantadas. para observar de perto e do alto, os tucanos e papagaios, jacús e sirienas...)
A Casa Éter - a Sede - agora está sendo preparada para workshopps, cujas dependências internas estarão recebendo nomes inspirados na cultura Xamânica, através das ilustrações do livro "Os Aliados de Poder" de Suryavan Solar, A arte de desenhar "a olho"e colorir os animais escolhidos nas etiquetas e sua qualidade primordial é um trabalho conjunto com meu neto Bê.
E, qual o propósito dos sapos? Acontece que ontem minha amiga Sulamita levou daqui para sua horta, na cidade, um amigo rajado ou seria uma sapa? Diz Maria Clara - outra amiga - que o sapo é de cor única, seja escuro ou esverdeado! O medo já diminuiu, Parei de sentir-me uma sapa, parada, medrosa, meio solitária, andando na vida pelas beiradas, e vivo agora com inteireza. Todo o negativo nele é projeção minha, você sabe! Claro que sei todos os benefícios que os sapos fazem ao meio ambiente. Podemos encontrar justificativa nos traumas infantis causados pelas brincadeiras dos manos ou o medo que um deles sentia diante das agressões da avó - doente mental - que o deixava paralisado, quando ela o chamava de "sapo"! Então, nesta encarnação, tenho feito enormes esforços para conviver em harmonia com rãs e sapos! Lembrei-me agora que não destinei nenhum aposento da Fênix a eles!
Tampouco consegui acariciá-lo como faz minha amiga Maria Sueli Mafra, nem sequer pegá-lo nas mãos como faz a pequena neta Isabela. Gratidão também ao Grupo de Apoio Mensageiros da Luz, em seu serviço de caridade socorrendo todos os seres que sofreram, praticaram ou foram usados em trabalhos de magia negra!
Talvez os sapos queiram dizer-me que está na hora de fazer algo diferente pelos meus relacionamentos, trabalho e vida!
Em união AIPANA SAITU! UATUMA SAIBIRANA!
domingo, 22 de setembro de 2013
Projeto Leis Estelares
http://youtu.be/e5pJw7DdihI música: No Jardim de Flores Brancas
http://youtu.be/_pysf5ixCTQ música ao piano: Sonho de Amor de Franz Liszt
Iniciado em 14 de setembro para oportunizar às pessoas do meio urbano contatos com a terra, para conhecê-la e amá-la. Mas na verdade é que sou bem interesseira e, sei que só cuidamos do que amamos. Assim, amando a terra/Terra, delas cuidarão.
Desenvolvido de forma teórica-prática, em encontros quinzenais, nas tardes dos 2º e 4º sábados, com estudos do Livro Leis Estelares, atividades artísticas, como: canto, desenho, música, pintura,dança... e de cultivo à terra, com lanche vegano. Caminhada na floresta é proposta permanente.
Neste 1º encontro, plantamos flores brancas, num canteiro que eu e amigo Nilto preparamos previamente. O terreno compactado e com bastante pedra brita, localizado no jardim em frente à Fênix, foi trabalhado inicialmente com picareta, recebeu terra da mata e adubo orgânico de ave.
Lemos sobre o Quarto Raio, Imaculada Pureza do Branco, por Serapis Bey que indicou a vibração desta cor na música Sonho de Amor, de Franz Liszt, acima.
Dançamos circulando ao redor do canteiro plantado, agradecendo à Mãe-Terra todos os benefícios de beleza, vida e saúde que nos proporciona.
Dançamos circulando ao redor do canteiro plantado, agradecendo à Mãe-Terra todos os benefícios de beleza, vida e saúde que nos proporciona.
Maria Helena Flores, nome sugestivo, não?, chegou com seu jeito meigo, trazendo muitas mudas de seu jardim. Eu comprei azaléia, cravos, meleiras, boca-de-leão.
Maria Sueli deu-me na semana seguinte e, por isso não estão nas fotos, mudas de artemísia e camomila. Amorosamente ofertou mudas de papoulas (de sementes trazidas da Itália) e o canteiro concebido para ter somente flores brancas ficou tingido de vermelho. É como a vida que se vai modificando também, certo?
O próximo será mais desafiante, em 28 de setembro: plantas com flores azuis. Símbolo do intelecto e da espiritualidade, o azul proporciona elevação espiritual ou você acha que Deus pintou o céu de azul por mero capricho?
Aqui em Lages, conheço a Isis, Hortênsia e um lindo arbusto para cerca viva. Há vasta lista com nomes científicos na internet e estou tentando com as floriculturas daqui encontrar as que se adaptem ao nosso clima frio.
O bom mesmo é sair andando, admirando os jardins caseiros, pedindo mudas e ficar contente da vida pela solidariedade dos lageanos.
Tem chovido muito nos últimos dias, com previsão de antecipação da enchente de São Miguel. Nas estiadas, andamos, pedimos, preparamos a terra e esperamos vocês!
Venha e traga a tonalidade azul do seu coração!
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